De Hollywood à passarela: o ano que consolidou a Mondepars

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Case Alfinet · Moda & E-commerce

Foto oficial do desfile "Alda"

Em abril de 2026, uma estilista brasileira sentou de frente para Meryl Streep e Anne Hathaway. Não era figurante de tapete vermelho: Sasha Meneghel foi quem conduziu a conversa, durante a turnê de divulgação de O Diabo Veste Prada 2, no México. E, ao fim da entrevista, fez o que toda marca sonha em fazer e quase nenhuma consegue,  entregou nas mãos das duas atrizes peças da sua própria grife, a Mondepars.

Para uma marca lançada em 2024, colocar a própria alfaiataria nas mãos das protagonistas do filme que praticamente definiu o imaginário da moda no cinema é o tipo de selo que nenhuma verba de mídia compra. Mas o episódio, por mais simbólico que seja, foi só o aquecimento para o momento que de fato mostrou a maturidade da marca.

A passarela que virou arquivo de família

Em maio de 2026, a Mondepars apresentou em São Paulo o seu terceiro desfile oficial: a coleção de Inverno 2026, batizada de "Alda". O nome não é estética — é memória. Alda Meneghel, avó de Sasha e mãe de Xuxa, foi costureira e artista plástica, e responsável por apresentar à neta o universo da criação. A coleção transformou essa história pessoal em alfaiataria: cortes rigorosos, ombreiras estruturadas, uma paleta que vai do marrom profundo ao preto, com um toque de vermelho.


Foto oficial do desfile "Alda"

A primeira fila dizia o tamanho do momento: Bruna Marquezine, Sabrina Sato, Bella Campos, João Guilherme e Xuxa, visivelmente emocionada ao ver a filha homenagear a própria mãe. A imprensa de moda acompanhou de perto: a ELLE Brasil dedicou cobertura ao desfile, lendo nele não um evento de celebridade, mas o ponto em que a Mondepars começa a ter identidade própria, proporções, silhueta e um posicionamento claro de produto de qualidade elevada e visual quase clássico.

Esse é o detalhe que importa para quem pensa em marca a sério: a Mondepars não está sendo notada porque a fundadora é famosa. Está sendo levada a sério porque construiu uma narrativa consistente e um produto que sustenta a história.

A leitura Alfinet: desejo precisa de operação

Aqui entra a parte que normalmente fica invisível.

Quando uma marca vive um momento como esse, uma entrevista que viraliza, um desfile que ocupa a primeira fila e a editorial de moda, acontece uma coisa concreta e imediata: um pico de demanda, inclusive internacional, no caso da Mondepars. As pessoas que viram a notícia vão pesquisar a marca, entrar no site e tentar comprar, muitas vezes nas mesmas horas. É exatamente nesse instante que uma marca ou converte aquele desejo em receita, ou o desperdiça.

E converter desejo em receita é um problema de engenharia de e-commerce, não de moda:

  • Performance sob pico. A loja precisa carregar rápido e não cair quando o tráfego multiplica de uma hora para a outra.
  • Experiência de compra. Vitrine, busca, página de produto e checkout precisam transformar curiosidade em pedido sem fricção.
  • Estoque e logística integrados. Não adianta vender o que não tem, nem demorar a entregar para um público que acabou de descobrir a marca.
  • Dados que viram decisão. Saber de onde veio o tráfego, o que converteu e o que travou, para repetir o acerto no próximo desfile.

É nesse território que a Alfinet trabalha. Marcas que crescem por relevância de mídia só transformam atenção em faturamento quando têm uma operação digital pronta para o momento em que ele chega.

Foram muitas horas de dedicação a cada detalhe para criar um e-commerce que refletisse a identidade da marca, tanto no design quanto na usabilidade.

“Existe uma linha muito tênue entre construir algo sofisticado e, ao mesmo tempo, simples sem perder a essência da marca. Esse é sempre um grande desafio”, afirma Guilherme Badioli, CEO da Alfinet. “Queríamos desenvolver um e-commerce extremamente fácil, minimalista e intuitivo para quem navega, conectado à nova geração, mas com uma experiência fluida e acessível para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo.”

A Mondepars mostra, na prática, como uma marca brasileira pode jogar no nível internacional. E por trás de marcas que crescem assim, existe uma estrutura digital que raramente aparece nas fotos, mas que decide o que acontece depois que a foto viraliza.


Ficha do case

  • Cliente: Mondepars
  • Segmento: Moda / alfaiataria contemporânea
  • Fundação: 2024, por Sasha Meneghel
  • Destaques recentes: Entrevista com Meryl Streep e Anne Hathaway na turnê de O Diabo Veste Prada 2 (abril/2026); desfile "Alda", Inverno 2026, em São Paulo (maio/2026)
  • O que a Alfinet entrega: E-commerce / Sustnetação